{"id":282,"date":"2019-02-18T18:33:51","date_gmt":"2019-02-18T21:33:51","guid":{"rendered":"http:\/\/www.petlif.ufscar.br\/?p=282"},"modified":"2019-02-18T18:36:27","modified_gmt":"2019-02-18T21:36:27","slug":"fisica-em-alto-mar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.petlif.ufscar.br\/?p=282","title":{"rendered":"F\u00edsica em alto mar"},"content":{"rendered":"\n<p>No final do ano passado no Egito, foi descoberta uma constru\u00e7\u00e3o fara\u00f4nica, mais precisamente a tumba do fara\u00f3 Senuseret III, datada de 3800 anos atr\u00e1s. At\u00e9 a\u00ed nada de muito impressionante, visto que descobertas arqueol\u00f3gicas em regi\u00f5es povoadas h\u00e1 tantos s\u00e9culos s\u00e3o relativamente comuns. No entanto o que impressionou os cientistas n\u00e3o foi a constru\u00e7\u00e3o em si, nem sua data, mas sim um mural com 120 ilustra\u00e7\u00f5es de barcos eg\u00edpcios e &nbsp;resqu\u00edcios de um antigo barco. Essas descobertas no m\u00ednimo intrigantes nos trazem uma d\u00favida: como esses eg\u00edpcios em 2040 A.C. &nbsp;navegavam sem aux\u00edlio de gps, radares e etc.<\/p>\n\n\n\n<p>Sabemos que al\u00e9m dos eg\u00edpcios muitas outras civiliza\u00e7\u00f5es enfrentaram os desafios das aventuras em alto mar, como os Vikings, os Fen\u00edcios e os Chineses. Para a maioria de n\u00f3s, talvez, seja dif\u00edcil entender quais foram os desafios que esses povos enfrentaram nas suas primeiras incurs\u00f5es aos mares, e o quanto suas descobertas e inven\u00e7\u00f5es possibilitaram avan\u00e7os futuros e contribu\u00edram para o desenvolvimento da navega\u00e7\u00e3o e o interc\u00e2mbio cultural no decorrer da hist\u00f3ria. Atualmente, com o avan\u00e7o na compreens\u00e3o de fen\u00f4menos da natureza podemos compreender os princ\u00edpios f\u00edsicos por tr\u00e1s desses utens\u00edlios de forma diferente dos povos antigos, sem recorrermos a constru\u00e7\u00f5es mitol\u00f3gicas e &nbsp;poderes divinos, aproximando de nossa realidade algo que no decorrer da hist\u00f3ria da humanidade foi sempre motivo de curiosidade: os objetos \u201cm\u00e1gicos\u201d que nos possibilitam navegar.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignleft\"><img src=\"http:\/\/estrutura.hol.es\/petbackup\/images\/17360548_955495041254562_382411893_n.png\" alt=\"\"\/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignright\"><img src=\"http:\/\/estrutura.hol.es\/petbackup\/images\/17391849_955495057921227_567643432_n.png\" alt=\"\"\/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Dos instrumentos de navega\u00e7\u00e3o, a b\u00fassola \u00e9 provavelmente o mais conhecido por todos, mas algo que talvez&nbsp;nem todas as pessoas saibam \u00e9 que existem duas vers\u00f5es de b\u00fassola, a magn\u00e9tica e a solar. A b\u00fassola magn\u00e9tica teve sua origem na China por volta de 850 d.C. Era composta por uma pequena caixa (c\u00e1psula) onde uma pe\u00e7a met\u00e1lica magnetizada (agulha) era suspensa para poder girar livremente<\/p>\n\n\n\n<p>A agulha, por sua vez, se alinha na dire\u00e7\u00e3o norte-sul em virtude do campo <\/p>\n\n\n\n<p>magn\u00e9tico da Terra. J\u00e1 a b\u00fassola solar, criada pelos Vikings, consistia em uma placa redonda de madeira com um pino no centro e com 32 marca\u00e7\u00f5es ao longo da circunfer\u00eancia que correspondiam ao pontos cardeais. Seu funcionamento \u00e9 o seguinte: um dia antes da navega\u00e7\u00e3o a pessoa se dirigia para um lugar aberto, a b\u00fassola era posicionada em uma superf\u00edcie horizontal, e de tempos em tempos marca\u00e7\u00f5es no objeto eram feitas no local onde a sombra do pino central terminava. Ao final do dia juntando esse pontos o navegador tinham uma curva que poderia assumir tr\u00eas formas distintas, dependendo da \u00e9poca do ano:<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img src=\"http:\/\/estrutura.hol.es\/petbackup\/images\/17361423_955495044587895_1794737562_n.png\" alt=\"\"\/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignright is-resized\"><img loading=\"lazy\" src=\"http:\/\/estrutura.hol.es\/petbackup\/images\/17409877_955537684583631_290826191_n.png\" alt=\"\" width=\"308\" height=\"211\"\/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Como o sol nasce na dire\u00e7\u00e3o Leste e se p\u00f5e na dire\u00e7\u00e3o Oeste, a linha que passa pelo centro de qualquer uma dessas curvas, determina a dire\u00e7\u00e3o Norte-Sul. A partir disso, a b\u00fassola est\u00e1 calibrada. Para a realiza\u00e7\u00e3o da leitura, coloca-se a b\u00fassola sobre um recipiente com \u00e1gua, girando-a at\u00e9 que a sombra do pino coincida com a curva feita no dia anterior (por mais que se gire a t\u00e1bua s\u00f3 h\u00e1 uma posi\u00e7\u00e3o na qual a ponta da sombra do pino coincidir\u00e1 com a curva e essa posi\u00e7\u00e3o \u00e9 praticamente a mesma do dia anterior). Com a ponta da sombra sobre a curva, as marca\u00e7\u00f5es ficam alinhadas com os pontos cardeais e podemos fazer a leitura. <\/p>\n\n\n\n<p>Outra fabulosa tecnologia relatada nas grandes sagas viking \u00e9 a pedra do sol, um cristal de calcita transparente conhecido tamb\u00e9m como espato da Isl\u00e2ndia. Este cristal tem a propriedade de polarizar a luz solar, o que significa que conforme mudamos sua posi\u00e7\u00e3o, a pedra filtra a luz de diferente formas, produzindo dois feixes diferentes, um \u201ccomum\u201d e o outro \u201cpolarizado\u201d. Isso permite que encontremos o azimute do sol.<\/p>\n\n\n\n<p>Para encontrarmos o azimute do sol usando este cristal basta seguir os seguintes passos:<\/p>\n\n\n\n<p>1\u00aa- Fa\u00e7a uma marca\u00e7\u00e3o em um dos lados da pedra do sol<\/p>\n\n\n\n<p>2\u00aa- Aponte a pedra para o c\u00e9u, com o lado da marca\u00e7\u00e3o virado para o c\u00e9u.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignright\"><img src=\"http:\/\/estrutura.hol.es\/petbackup\/images\/17352766_955495037921229_1867692092_n.png\" alt=\"\"\/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>3\u00aa- Observe que quando exposta a luz, a marca\u00e7\u00e3o na pedra estar\u00e1 duplicada e a intensidade da duplicata mudar\u00e1 conforme movemos a pedra (este \u00e9 o efeito da polariza\u00e7\u00e3o da espato da isl\u00e2ndia).<\/p>\n\n\n\n<p>4\u00aa- &nbsp;Agora devemos mover a pedra ao longo da linha do horizonte at\u00e9 que as duas imagens da marca\u00e7\u00e3o vista na pedra possuam a mesma intensidade. <\/p>\n\n\n\n<p>Neste momento a pedra estar\u00e1 alinhada com o azimute do sol. &nbsp;A utiliza\u00e7\u00e3o da pedra do sol pode ser vista na pr\u00e1tica neste v\u00eddeo portugu\u00eas.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas voc\u00ea deve estar se perguntando agora \u201cpara que usar esta pedra para achar o sol, se eu posso simplesmente olhar para o c\u00e9u e ver onde ele est\u00e1?\u201d. \u00c9 preciso termos em mente que o c\u00e9u, da regi\u00e3o onde aconteciam as navega\u00e7\u00f5es, estava comumente encoberto, o que impossibilitava achar a localiza\u00e7\u00e3o do sol a olho n\u00fa.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso h\u00e1 ainda um outro grande fator que eleva ainda mais a import\u00e2ncia dessa tecnologia. As navega\u00e7\u00f5es vikings aconteciam durante o dia polar, \u00e9poca em que c\u00e9u est\u00e1 constantemente claro, mesmo com o sol abaixo do horizonte. Como o c\u00e9u est\u00e1 constantemente claro \u00e9 imposs\u00edvel avistar constela\u00e7\u00f5es para se orientar em alto mar, como faziam os portugueses. Os Vicking s\u00f3 possu\u00edam a nossa grande estrela para se orientar em alto mar, e a pedra do sol permitia que eles \u201cvissem\u201d ela a &nbsp;qualquer momento, at\u00e9 mesmo quando ela estava &nbsp;abaixo do horizonte.<\/p>\n\n\n\n<p> &nbsp;Diferente das b\u00fassolas e da pedra do Sol, temos uma tecnologia que se perde no tempo, fazendo com que seja dif\u00edcil precisar a data de sua descoberta, &nbsp;o objeto que ser\u00e1 a voc\u00eas apresentado \u00e9 o leme.. Elemento indispens\u00e1vel &nbsp;\u00e0 navega\u00e7\u00e3o, est\u00e1 presentes nas primeiras embarca\u00e7\u00f5es dos Fen\u00edcios aos Eg\u00edpcios, desde aproximadamente 3000 a.C. Os lemes t\u00eam fun\u00e7\u00e3o de manobra e n\u00e3o propulsora, possibilitando a altera\u00e7\u00e3o da dire\u00e7\u00e3o do navio.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignleft\"><img src=\"http:\/\/estrutura.hol.es\/petbackup\/images\/17393070_955495047921228_792963920_n.png\" alt=\"\"\/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>As velas possuem um sistema de propuls\u00e3o acionado pelos ventos, de modo a impulsionar o barco conforme as movemos. Existem in\u00fameros tipos de velas, por exemplo as velas quadradas, velas ao ter\u00e7o ou a vela latina, que diferem em tamanho e possibilidades de movimenta\u00e7\u00e3o, adaptadas a diferentes embarca\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>Os gregos tamb\u00e9m foram respons\u00e1veis por avan\u00e7os indiretos nas t\u00e9cnicas de navega\u00e7\u00e3o, com os tratados de Hiparco, que possibilitaram a constru\u00e7\u00e3o do astrol\u00e1bio, utilizado para medir a altitude de um astro em rela\u00e7\u00e3o ao horizonte (entre outras utilidades, como medir profundidades de po\u00e7os e alturas de constru\u00e7\u00f5es). Estima-se que sua inven\u00e7\u00e3o ocorreu no s\u00e9culo IV d.C., per\u00edodo do documento mais antigo relacionado ao instrumento, de Theon de Alexandria. Posteriormente transformado no Astrol\u00e1bio Mar\u00edtimo pelo portugu\u00eas Abra\u00e3o Zacuto, em Lisboa, &nbsp;no s\u00e9culo XV. O princ\u00edpio de funcionamento \u00e9 bastante simples e est\u00e1 ilustrado na imagem que segue: o arco de circunfer\u00eancia entre o z\u00eanite (um ponto no c\u00e9u exatamente acima de onde se observa) e o horizonte \u00e9 graduado (apresenta divis\u00f5es iguais, marcadas na borda, o que possibilita a obten\u00e7\u00e3o de raz\u00f5es entre os valores \u201cz\u201d e \u201ca\u201d), fornecendo a inclina\u00e7\u00e3o do astro &nbsp;em rela\u00e7\u00e3o ao horizonte. Sabendo a inclina\u00e7\u00e3o dos astros no ponto de partida, nos p\u00f3lo norte e no equador, \u00e9 poss\u00edvel saber o quanto ao norte ou quanto ao sul se estava do ponto de partida.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignleft is-resized\"><img loading=\"lazy\" src=\"http:\/\/estrutura.hol.es\/petbackup\/images\/17393092_955495051254561_985652720_n.png\" alt=\"\" width=\"206\" height=\"190\"\/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignright is-resized\"><img loading=\"lazy\" src=\"http:\/\/estrutura.hol.es\/petbackup\/images\/17361223_955537681250298_792868210_n.png\" alt=\"\" width=\"254\" height=\"208\"\/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p> O mesmo racioc\u00ednio se aplica nas dire\u00e7\u00f5es leste e oeste, com a combina\u00e7\u00e3o dessas informa\u00e7\u00f5es \u00e9 poss\u00edvel se localizar com uma precis\u00e3o nunca vista at\u00e9 ent\u00e3o em todo o mundo.\u00a0As civiliza\u00e7\u00f5es antigas nos mostram como a criatividade aliada a necessidade de desbravar regi\u00f5es desconhecidas foram poss\u00edveis em grande medida gra\u00e7as ao aux\u00edlio desses instrumentos.   Sem esses instrumentos muitos barcos se perderiam e seus desbravadores deixariam em branco p\u00e1ginas da hist\u00f3ria fundamentais para o desenvolvimento da humanidade. Nos dias de hoje, v\u00e1rios desses instrumentos foram reformulados para ficarem mais precisos e\/ou n\u00e3o dependerem tanto da leitura e calibra\u00e7\u00e3o humanas, evidenciando a import\u00e2ncia hist\u00f3rica desses instrumentos no desenvolvimento da navega\u00e7\u00e3o e posteriormente da aeron\u00e1utica.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Referencias<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"http:\/\/revistagalileu.globo.com\/Ciencia\/Arqueologia\/noticia\/2016\/11\/arqueologos-descobrem-tumba-com-barco-que-pertencia-farao-egipcio.html\">http:\/\/revistagalileu.globo.com\/Ciencia\/Arqueologia\/noticia\/2016\/11\/arqueologos-descobrem-tumba-com-barco-que-pertencia-farao-egipcio.html<\/a><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-wordpress wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-zap\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"3iqBCAf2rn\"><a href=\"https:\/\/zap.aeiou.pt\/descoberto-um-misterioso-mural-desenhos-barcos-egipcios-antigos-136233\">Descoberto um misterioso mural com desenhos de barcos eg\u00edpcios antigos<\/a><\/blockquote><iframe class=\"wp-embedded-content\" sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" style=\"position: absolute; clip: rect(1px, 1px, 1px, 1px);\" title=\"&#8220;Descoberto um misterioso mural com desenhos de barcos eg\u00edpcios antigos&#8221; &#8212; ZAP\" src=\"https:\/\/zap.aeiou.pt\/descoberto-um-misterioso-mural-desenhos-barcos-egipcios-antigos-136233\/embed#?secret=3iqBCAf2rn\" data-secret=\"3iqBCAf2rn\" width=\"600\" height=\"338\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\"><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-wordpress wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-pt-jornal\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"xCAa65obIv\"><a href=\"https:\/\/ptjornal.com\/119205-119205\">V\u00eddeo: Fara\u00f3 guardou no t\u00famulo frota com mais de 120 barcos<\/a><\/blockquote><iframe class=\"wp-embedded-content\" sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" style=\"position: absolute; clip: rect(1px, 1px, 1px, 1px);\" title=\"&#8220;V\u00eddeo: Fara\u00f3 guardou no t\u00famulo frota com mais de 120 barcos&#8221; &#8212; PT Jornal\" src=\"https:\/\/ptjornal.com\/119205-119205\/embed#?secret=xCAa65obIv\" data-secret=\"xCAa65obIv\" width=\"600\" height=\"338\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\"><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><a href=\"http:\/\/brasilescola.uol.com.br\/geografia\/bussola.htm\">http:\/\/brasilescola.uol.com.br\/geografia\/bussola.htm<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"http:\/\/onlinelibrary.wiley.com\/doi\/10.1111\/1095-9270.12203\/full\">http:\/\/onlinelibrary.wiley.com\/doi\/10.1111\/1095-9270.12203\/full<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"http:\/\/seuhistory.com\/microsite\/o-ultimo-reino\/noticias\/conheca-enigmatica-pedra-do-sol-que-ajudou-os-vikings-sobreviver-em-alto-mar\">http:\/\/seuhistory.com\/microsite\/o-ultimo-reino\/noticias\/conheca-enigmatica-pedra-do-sol-que-ajudou-os-vikings-sobreviver-em-alto-mar<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"http:\/\/www.elmundo.es\/elmundo\/2011\/11\/07\/ciencia\/1320663197.html\">http:\/\/www.elmundo.es\/elmundo\/2011\/11\/07\/ciencia\/1320663197.html<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"http:\/\/rspa.royalsocietypublishing.org\/\">http:\/\/rspa.royalsocietypublishing.org\/<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"http:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/app\/noticia\/ciencia-e-saude\/2011\/11\/01\/interna_ciencia_saude,276623\/a-pedra-do-sol-dos-vikings-nao-e-uma-simples-lenda-dizem-cientistas.shtml\">http:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/app\/noticia\/ciencia-e-saude\/2011\/11\/01\/interna_ciencia_saude,276623\/a-pedra-do-sol-dos-vikings-nao-e-uma-simples-lenda-dizem-cientistas.shtml<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Sunstone\">https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Sunstone<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Sunstone_(medieval)\">https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Sunstone_(medieval)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"http:\/\/rspa.royalsocietypublishing.org\/content\/470\/2166\/20130787#sec-2\">http:\/\/rspa.royalsocietypublishing.org\/content\/470\/2166\/20130787#sec-2<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"http:\/\/www.ancruzeiros.pt\/ancdrp\/b%C3%BAssola-solar\">http:\/\/www.ancruzeiros.pt\/ancdrp\/b%C3%BAssola-solar<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"http:\/\/tantettaus.blogspot.com.br\/2014\/04\/os-segredos-da-bussola-solar-dos-vikings.html\">http:\/\/tantettaus.blogspot.com.br\/2014\/04\/os-segredos-da-bussola-solar-dos-vikings.html<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"http:\/\/www.aventurasnoconhecimento.com.br\/2014\/03\/os-segredos-da-bussola-solar-dos-vikings.html\">http:\/\/www.aventurasnoconhecimento.com.br\/2014\/03\/os-segredos-da-bussola-solar-dos-vikings.html<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"http:\/\/ultimosegundo.ig.com.br\/ciencia\/pedra-do-sol-dos-vikings-nao-e-uma-simples-lenda-diz-estudo\/n1597349506160.html\">http:\/\/ultimosegundo.ig.com.br\/ciencia\/pedra-do-sol-dos-vikings-nao-e-uma-simples-lenda-diz-estudo\/n1597349506160.html<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"http:\/\/www.ciencia-online.net\/2013\/04\/descobertos-segredos-para-navegacao.html\">http:\/\/www.ciencia-online.net\/2013\/04\/descobertos-segredos-para-navegacao.html<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"http:\/\/rspa.royalsocietypublishing.org\/content\/470\/2166\/20130787#sec-1\">http:\/\/rspa.royalsocietypublishing.org\/content\/470\/2166\/20130787#sec-1<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"http:\/\/hypescience.com\/pedra-do-sol-pode-ter-ajudado-na-localizacao-dos-vikings\/\">http:\/\/hypescience.com\/pedra-do-sol-pode-ter-ajudado-na-localizacao-dos-vikings\/<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Tipos_de_velas_(n%C3%A1utica)\">https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Tipos_de_velas_(n%C3%A1utica)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Leme_(navega%C3%A7%C3%A3o)\">https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Leme_(navega%C3%A7%C3%A3o)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"http:\/\/www.infoescola.com\/astronomia\/astrolabio\/\">http:\/\/www.infoescola.com\/astronomia\/astrolabio\/<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Abra%C3%A3o_Zacuto\">https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Abra%C3%A3o_Zacuto<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"http:\/\/www.museutec.org.br\/previewmuseologico\/o_astrolabio.htm\">http:\/\/www.museutec.org.br\/previewmuseologico\/o_astrolabio.htm<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No final do ano passado no Egito, foi descoberta uma constru\u00e7\u00e3o fara\u00f4nica, mais precisamente a tumba do fara\u00f3 Senuseret III, datada de 3800 anos atr\u00e1s. At\u00e9 a\u00ed nada de muito impressionante, visto que descobertas arqueol\u00f3gicas em regi\u00f5es povoadas h\u00e1 tantos s\u00e9culos s\u00e3o relativamente comuns. No entanto o que impressionou os cientistas n\u00e3o foi a constru\u00e7\u00e3o <a href=\"https:\/\/www.petlif.ufscar.br\/?p=282\" rel=\"nofollow\"><span class=\"sr-only\">Leia mais sobreF\u00edsica em alto mar<\/span>[&hellip;]<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.petlif.ufscar.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/282"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.petlif.ufscar.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.petlif.ufscar.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.petlif.ufscar.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.petlif.ufscar.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=282"}],"version-history":[{"count":9,"href":"https:\/\/www.petlif.ufscar.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/282\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":727,"href":"https:\/\/www.petlif.ufscar.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/282\/revisions\/727"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.petlif.ufscar.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=282"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.petlif.ufscar.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=282"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.petlif.ufscar.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=282"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}