{"id":329,"date":"2019-02-18T18:41:24","date_gmt":"2019-02-18T21:41:24","guid":{"rendered":"http:\/\/www.petlif.ufscar.br\/?p=329"},"modified":"2019-02-18T18:41:24","modified_gmt":"2019-02-18T21:41:24","slug":"sistema-solar-trafega-em-zona-segura","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.petlif.ufscar.br\/?p=329","title":{"rendered":"Sistema Solar trafega em zona segura"},"content":{"rendered":"\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignright is-resized\"><img loading=\"lazy\" src=\"http:\/\/estrutura.hol.es\/petbackup\/images\/SistemaSolar\/astr.jpeg\" alt=\"\" width=\"143\" height=\"477\"\/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p style=\"text-align:right\"> segundo cientistas doIAG\/USP.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"text-align:right\">Pesquisa aponta que o giro do Sol  <br> acompanha, em velocidade, o giro dos  <br>bra\u00e7os gal\u00e1cticos   <\/p>\n\n\n\n<p style=\"text-align:right\"> <\/p>\n\n\n\n<p style=\"text-align:right\">\n\nDesde que foi observado que a Terra n\u00e3o \u00e9 o centro do sistema solar, e que \u00e9 ela que gira em torno do Sol e o mesmo se move no interior da gal\u00e1xia, existe um grande interesse na explora\u00e7\u00e3o do universo. Junto as muitas descobertas, \u00e0s d\u00favidas tamb\u00e9m surgiram. Al\u00e9m das indaga\u00e7\u00f5es cl\u00e1ssicas: Do que \u00e9 feito o universo?; H\u00e1 vida fora da Terra?; Como a vida come\u00e7ou?; A pergunta por que a vida no nosso planeta \u00e9 poss\u00edvel n\u00e3o quis calar.\n\n<\/p>\n\n\n\n<p> <\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignleft is-resized\"><img loading=\"lazy\" src=\"http:\/\/estrutura.hol.es\/petbackup\/images\/SistemaSolar\/Galax.jpeg\" alt=\"\" width=\"202\" height=\"174\"\/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Sabe-se que o nosso sistema solar est\u00e1 posicionado entre dois bra\u00e7os espirais da Via L\u00e1ctea espirais\u00a0&#8211; imensas estruturas de mat\u00e9ria que se destacam pelo brilho e que concentram grande quantidade de estrelas jovens e luminosas &#8211; Sagittarius e Perseus. Recentemente uma pesquisa liderada por Jacques L\u00e9pine, professor do Instituto de Astronomia, Geof\u00edsica e Ci\u00eancias Atmosf\u00e9ricas (IAG) da USP, mostrou que o Sol nunca cruza esses bra\u00e7os, impedindo eventos que poderiam aniquilar a vida terrestre.\u00a0<br><\/p>\n\n\n\n<p>A Via L\u00e1ctea, onde est\u00e1 o nosso sistema solar, \u00e9 considerada uma gal\u00e1xia que pode ser representada por uma estrutura em forma espiral em torno de um n\u00facleo. Seu centro abriga um buraco negro supermassivo e ao seu redor estende-se o disco gal\u00e1ctico, formado por estrelas, nebulosas e poeira interestelar. \u00c9 nessa parte que aparecem os bra\u00e7os espirais, sendo quatro principais (o bra\u00e7o de Perseus, Cygnus, Centauro e Sagittarius) e um quinto pequeno bra\u00e7o (de Orion Sol ou bra\u00e7o local), mais curto do que os outros.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignleft\"><img src=\"http:\/\/estrutura.hol.es\/petbackup\/images\/SistemaSolar\/tab.jpeg\" alt=\"\"\/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Esses bra\u00e7os s\u00e3o regi\u00f5es de maior densidade (com mais estrelas, g\u00e1s e poeira) no disco da gal\u00e1xia. Neles h\u00e1 muita forma\u00e7\u00e3o estelar que libera raios c\u00f3smicos, tornando-os mais luminosos do que as outras regi\u00f5es da Via L\u00e1ctea.<\/p>\n\n\n\n<p>Emitindo micro-ondas estimuladas por radia\u00e7\u00e3o, cientistas puderam calcular com precis\u00e3o a dist\u00e2ncia entre os bra\u00e7os espirais e outros corpos que constituem a gal\u00e1xia. Conseguiram concluir que o Sol tem a velocidade igual a qualquer outra estrela que est\u00e1 no bra\u00e7o, impossibilitando-o de fazer a travessia entre os bra\u00e7os.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 sabido desde 1953 que o sistema solar est\u00e1 localizado entre os Bra\u00e7os de Perseus e Sagittarius, nessa \u00e9poca as pesquisas diziam que o Sol atravessava pelos bra\u00e7os espirais, de tempos em tempos. As consequ\u00eancias dessa travessia, seria a intera\u00e7\u00e3o com supernovas, fazendo com que houvesse eventos catastr\u00f3ficos que poderiam destruir o Sistema Solar e com ele a vida.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cSempre se especulou sobre o que acontece cada vez que o Sol atravessa os bra\u00e7os, e se pensava que isso acontecia periodicamente, por exemplo, a cada 150 milh\u00f5es de anos\u201d, afirma L\u00e9pine. \u201cMas de acordo com os nossos c\u00e1lculos isso n\u00e3o acontece nunca. \u201d<\/p>\n\n\n\n<p>O professor ilustra o fen\u00f4meno, ao explicar que, se desenharmos uma espiral em um CD e o girarmos, notaremos que o desenho n\u00e3o se altera, acompanhando o giro do disco.\u201c\u00c9 como se fosse um prisioneiro que est\u00e1 se movendo depressa, mas que tem os muros de sua pris\u00e3o se movendo na mesma velocidade&#8221;, explicou L\u00e9pine.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, Ronaldo Vieira co-autor do estudo que foi aceito para publica\u00e7\u00e3o no prestigioso The Astrophysical Journal afirma que, em cada uma das quatro regi\u00f5es entre os bra\u00e7os da Via L\u00e1ctea pode existir uma regi\u00e3o com caracter\u00edsticas iguais \u00e0s do Bra\u00e7o Local.<\/p>\n\n\n\n<p>\n\nPodemos afirmar com essa informa\u00e7\u00e3o que h\u00e1 vida em outros planetas? Fica mais uma d\u00favida.\n\n<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>segundo cientistas doIAG\/USP. 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